Uma araucária com sinais de risco foi retirada preventivamente pela Defesa Civil de Lages após uma vistoria em uma residência no bairro São Sebastião. Segundo a Prefeitura, a árvore estava rente à parede da casa e apresentava rachaduras, situação que poderia comprometer o imóvel e colocar a moradora em perigo.
A intervenção foi realizada pela Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec). A retirada ocorreu após avaliação técnica das condições da árvore e da proximidade com a edificação.
Araucária estava rente à parede da residência
Durante a vistoria, a equipe identificou rachaduras na estrutura da araucária.
A localização também aumentava a preocupação: a árvore estava muito próxima à parede da casa.
Diante dessas condições, os técnicos classificaram a situação como de risco e recomendaram a supressão preventiva.
“A Defesa Civil atua sempre a partir de uma avaliação técnica. Neste imóvel, a árvore estava rente à residência e apresentava rachaduras, o que caracterizava uma situação de risco”, explicou o secretário executivo de Proteção e Defesa Civil, Paulo da Silva Ribeiro, o Sargento Ribeiro.
A ação teve como objetivo evitar uma eventual queda ou outro dano que pudesse atingir a residência e seus ocupantes.
Moradora não tinha condições de pagar pela retirada
Segundo a Prefeitura, a moradora informou à equipe que não possuía condições financeiras para contratar o serviço de corte da árvore.
Como a vistoria havia confirmado a situação de risco, a Defesa Civil realizou diretamente a intervenção preventiva.
A prefeita Carmen Zanotto destacou que as ações do órgão municipal têm como prioridade a prevenção e a proteção da população.
Retirada de árvores depende de avaliação técnica
A Prefeitura ressalta que a supressão de árvores pela administração municipal não ocorre de forma indiscriminada.
Os trabalhos seguem a legislação municipal e dependem de laudos ou avaliações técnicas que comprovem risco às pessoas ou às edificações.
No caso registrado no bairro São Sebastião, a proximidade da araucária com a residência e as rachaduras identificadas durante a vistoria justificaram tecnicamente a intervenção, conforme a Defesa Civil.
A retirada eliminou o risco apontado pela equipe no imóvel.


