Ação conjunta das Polícias Civis de Santa Catarina e Goiás cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão nesta quarta-feira (4)
A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu dois homens, de 60 e 41 anos, na manhã desta quarta-feira (4), em Lages, na Serra Catarinense. As prisões ocorreram durante a Operação Mirage, realizada em apoio à Polícia Civil de Goiás, que investiga suspeitas de estelionato, adulteração de identificação de veículos e receptação qualificada.
A ação foi executada por equipes da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Lages, que cumpriram dois mandados de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão em endereços distintos do município.
Os dois investigados são naturais de Lages e tiveram as prisões determinadas pela 4ª Vara das Garantias da Comarca de Goiânia, em Goiás.
Investigação envolve suspeitas de fraudes com veículos
A Operação Mirage é resultado de uma investigação conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), unidade especializada da Polícia Civil de Goiás.
As investigações apuram a possível participação dos suspeitos em três modalidades criminosas:
- Estelionato: obtenção de vantagem ilícita mediante fraude, previsto no artigo 171 do Código Penal.
- Adulteração de sinal identificador de veículo automotor: crime previsto no artigo 311 do Código Penal.
- Receptação qualificada: modalidade prevista no artigo 180, parágrafo 1º, do Código Penal.
Durante as buscas, os policiais apreenderam dois aparelhos celulares, que serão utilizados para auxiliar no aprofundamento das investigações.
Presos foram encaminhados ao sistema prisional
Após o cumprimento das ordens judiciais e a realização dos procedimentos legais, os dois homens foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil destacou que a operação demonstra a importância da cooperação entre as forças de segurança de diferentes estados no combate à criminalidade interestadual.
As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil de Goiás. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a quantidade de veículos envolvidos ou o possível prejuízo financeiro relacionado aos crimes investigados.


